Ñande Poã • Puerto Rico

Ñande Poã • Puerto Rico "Que tu alimento sea tu medicina y que tu medicina sea tu alimento". Hipócrates

21/09/2024
04/09/2024

Leis da vida – Deus e a criação dos seres

Na natureza, tudo é adaptado, interligado, sincronizado e reciclado para aperfeiçoar e tornar a vida ótima. Não existem dois metros quadrados da terra com vegetação nativa ou população de insetos, bactérias e fungos idênticos. Não se pode supor que Deus tenha criado os micróbios e insetos, ou mesmo os pequenos animais do solo, para infernizar a vida dos homens. Deus não é perverso Ele não é somente infinitamente justo, mas também infinitamente sábio.

Podem argumentar que existem animais carnívoros que caçam outros, submetendo-os a um medo permanente. Mas os carnívoros somente comem os animais mais fracos, machucados ou doentes. Trata-se nada mais do que uma seleção rigorosa dos mais fortes, sadios e mais aptos ao ambiente. Se não ocorresse essa seleção, os animais iriam degenerar-se como ocorre nas reservas naturais, especialmente em fragmentos pequenos, onde, por razões “humanitárias”, se evitou a inclusão de carnívoros.

Assim, os micróbios e insetos são simplesmente a parte discreta e quase oculta do ciclo da vida. As plantas verdes que recobrem a terra são os únicos seres deste nosso planeta capazes de transformar energia em matéria, ou seja, energia luminosa em energia química, com a presença de gás carbônico, água e com a ajuda de minerais. O sistema, o ciclo da vida em nosso planeta, compreende as etapas de nascer, viver, multiplicar, morrer e reciclar para que outros possam reiniciar o ciclo. Se não houvesse a eliminação de tudo que estivesse morto, a vida não teria possibilidade de continuar, porque toda a Terra estaria entulhada com uma camada espessa de plantas, animais e humanos mortos. Não seria mais o “planeta azul”, mas um planeta fantasma, sem vida, que somente viajaria pelo espaço com uma imensa carga de cadáveres e lixo.

E se as plantas mortas continuassem não decompostas, a vida vegetal já teria acabado em milênios. Portanto, a decomposição e a reciclagem são tão importantes quanto a formação, o crescimento e o desenvolvimento. Mas não seria o suficiente.

Se o que for fraco, doente e velho continuasse e ainda tivesse a possibilidade de procriar e multiplicar, a vida na Terra teria degenerado há muito tempo e teria acabado. Para que a vida continue forte e vigorosa, foram criados esses pequenos seres com a incumbência de decompor não somente o que estiver morto, mas também tudo o que estiver fraco e incapaz de manter uma vida independente vigorosa. Eles constituem a “polícia sanitária” da Natureza.

Mas para que esses pequenos seres nunca tenham a possibilidade de atacar por engano seres em pleno vigor, eles foram PROGRAMADOS para atuarem por intermédio de uma enzima específica por indivíduo. Cada enzima é como uma chave específica que serve para uma única estrutura química. Assim, se ocorrer meia molécula de oxigênio a mais na estrutura da substância, uma outra enzima necessita entrar em ação. Plantas sadias, com metabolismo fluindo normal, produzem substâncias acabadas como proteínas, ácidos graxos e açúcares de alto peso molecular e que não podem ser atacadas por somente uma enzima específica de micróbio ou de inseto. E quando a planta morre, suas próprias enzimas iniciam a decomposição para possibilitar a ação de micróbios e insetos.

Em plantas sofrendo de algum estresse que abala seu vigor, como uma nutrição desequilibrada, falta de água, extremo térmico, ocorre o acúmulo de substâncias primárias, de baixo peso molecular em suas células, e elas podem ser decompostas por uma enzima específica, constituindo assim uma “sopa nutritiva” para atividade e proliferação de micróbios e insetos específicos.

Uma curiosidade: O livro Manejo Ecológico do Solo foi reeditado, com capa nova. O miolo não sofreu mudanças, mas a capa foi repensada. Ao escolhermos as fotos, a eleita foi a que mostrava ao longe um céu de crepúsculo, uma referência sutil mas presente de Deus na natureza, fato sempre lembrado por Ana.

12/09/2023

Un estudio científico publicado en la revista médica Science of The Total Environment en el 2022 afirma que nos comemos una media de 50 bolsas anuales a través de microplásticos. SI, 50 bolsas.

Esto es algo preocupante ya que tal como afirma el mismo estudio puede inducir estrés oxidativo, inflamación, neurotoxicidad, alteración en la calidad reproductiva y afectar en la microbiota intestinal.

¿De donde absorbemos tanta cantidad de microplásticos?
📌 Ingestión: Mediante alimentos contaminados, una buena parte de los pescados y mariscos por su capacidad de bioacomulación, pero también de alimentos procesados que están en contacto con envases de plástico. Mediante líquidos, tanto en el agua potable, ya sea procedente de fuentes naturales contaminadas o debido a la degradación de plásticos en sistemas de distribución de agua o bebidas, además de la posibilidad que bebidas envasadas puedan liberar en líquido estos tóxicos.

📌 Inhalación: Los microplásticos también pueden estar presentes en el aire ambiente, especialmente en áreas donde se produce una gran cantidad de partículas de plástico debido a la degradación de objetos plásticos. Las personas pueden inhalar estas partículas en el aire. a inhalación de microplásticos también puede ocurrir cuando se utilizan productos de consumo que liberan partículas pequeñas, como microplásticos, al aire. Por ejemplo, algunas prendas de ropa hechas de materiales sintéticos pueden liberar microplásticos durante el lavado y el desgaste, y estas partículas pueden ser inhaladas.

Iremos hablando un poquito sobre estos conceptos y la detoxifIcación, en concreto en la próxima publicación, sobre una forma durante estos últimos años, se ha inhalado bastantes macropartículas tóxicas. ¿Os imagináis de que hablo?

02/09/2023

Irrigação

Em terras decaídas, os cultivos intensivos com elevadas quantidades de adubo (NPK) necessitam de irrigação. A água da chuva escorre e o adubo cria uma espécie de “salmoura” na terra, que tem de ser diluída para as plantas poderem crescer, como na cebola e batatinha.

Onde a irrigação somente deve fornecer água durante veranicos não existe muito problema. Nem quando serve para criar culturas durante a época seca. A lavagem da terra ocorre quando entram as chuvas.

Normalmente conseguem-se quatro boas colheitas irrigadas e depois começam as dificuldades, especialmente por causa da decadência da terra e seu adensamento.

Porém, no Nordeste, onde a falta de água é constante, o problema da salinização é grave. Lá se precisa de drenagem boa, uma lavagem da terra de quatro em quatro anos e o uso intensivo de matéria orgânica para manter os poros da superfície da terra. É preferível irrigar duas vezes por semana com 20mm de água cada vez do que aplicar 7 mm superficialmente. Neste último sistema, a terra somente molha superficialmente. As raízes se concentrarão nessa camada, dependendo inteiramente da irrigação diária.

No sistema de irrigação espaçada, com umedecimento e secagem da terra, a cobertura dela ganha em importância para se evitar o adensamento. Áreas irrigadas por aspersão ou pivô-central necessitam de faixas quebra-vento para diminuir a perda de umidade. Caso contrário, até 40% de água aspergida podem se evaporar antes de atingir o chão.

Se há pouca água à disposição, tem de se fazer o seguinte:

– evitar que o vento leve a umidade, implantando-se quebra-vento;
-manter a terra sempre porosa na superfície através de adubação orgânica anual, para que a água da chuva e irrigação infiltrem integralmente. Onde há erosão, enchente e seca, as terras são mal cuidadas.
– manter a terra sempre coberta por cobertura morta ou culturas menos espaçadas, para que a terra não se aqueça. Durante a seca, a cobertura morta é arriscada por existir o perigo do fogo. -

- Passar uma grade misturando a palha levemente ao chão diminui o perigo de incêndio. Plantas menos espaçadas não podem ser usadas em terras com menos de 15% de argila, ou seja, muito arenosas.

– reflorestar áreas para aumentar a nebulosidade e atrair chuvas, o que também regulariza a vazão permanente dos rios;

-usar a irrigação por gotejamento, que utiliza menos água, com mais eficiência.

– usar cada vez a cada três anos uma cultura dessalinizante como algodão, sorgo, girassol ou trigo sarraceno.

– lavar a cada quatro anos a terra, para dessalinizá-la. Para isso necessita-se de uma boa drenagem que leve a água salina (use arroz irrigado).

– usar sombra parcial por árvores.

O mais importante em regiões secas são os quebra-ventos e a matéria orgânica, especialmente palha. Esta, sob hipótese alguma, pode ser dada ao gado, mas tem de ficar para a terra, para que não salinize e continue produzindo.

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