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Nossa empresa atua em diversos segmentos, especialmente carnes e derivados, representando grandes frigoríficos e também atendendo as empresas do setor que comercializam esses produtos, como açougues, supermercados e restaurantes.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária, a produção de carne bovina do Brasil em 2026 deve ser 4,5%...
14/01/2026

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária, a produção de carne bovina do Brasil em 2026 deve ser 4,5% menor, em comparação com o ano anterior. O órgão atribui o resultado à dificuldade de reposição de animais. Em outras palavras, há menos animais no pasto. Ao longo de 2025, os abates cresceram, em especial o de vacas, que aumentou 45%.

A gestação de um bezerro tem algumas semelhanças com a de seres humanos. Em primeiro lugar, leva o período de nove meses. Além disso, a vaca tende a gerar um bezerro por vez nesse período. Os touros, por outro lado, podem fecundar várias fêmeas nesse mesmo período. Assim, as matrizes são mais difíceis de ser substituídas. Enquanto com o macho basta aumentar o volume de sêmen, com a fêmea é necessário tanto o óvulo quanto o animal e a reposição de um espécime abatido pode levar anos.

Com tecnologia e melhoramento genético, algumas fêmeas da raça Jersey conseguem tocar uma gestação a partir do 11º mês de vida. Mas isso é exceção no Brasil. No país, os animais mais adaptados são das raças zebuínas, em especial o nelore. Trata-se de um gado de cor branca, com origem na Índia. Nesse caso, a maturidade para começar a procriar pode levar até três anos.

Veterinário da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Luizinho Caron acredita que, no caso do rebanho nacional, é seguro estimar a maturidade para a procriação em até dois anos. “É possível generalizar e projetar para a idade entre 13 e 24 meses”, disse. “Mas há as exceções para mais ou para menos; também depende da condição nutricional do animal.”

Depois de a fêmea atingir a idade de reprodução, ela pode gerar um bezerro por vez. Daí por diante, primeiro acontecem os nove meses de gestação. Na sequência, o bicho leva 24 meses para ficar pronto para o abate. Cada animal dará origem a, no máximo, duas peças de picanha. E isso somente depois de 33 meses (quase três anos), entre a concepção e o frigorífico. Ainda falta o tempo para o corte chegar ao açougue e para, finalmente, ser servido à mesa.
Fonte: Revista Oeste

Nova habilitação consolida avanço da diplomacia agropecuária e amplia presença da carne bovina brasileira na América Cen...
07/01/2026

Nova habilitação consolida avanço da diplomacia agropecuária e amplia presença da carne bovina brasileira na América Central.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) anunciaram a abertura do mercado da Guatemala para as exportações de carne bovina brasileira e seus derivados.

A liberação, divulgada na segunda semana de dezembro, marca a 500ª nova abertura comercial desde 2023, consolidando o avanço do Brasil na expansão de destinos para produtos agropecuários.

De acordo com as pastas, a Guatemala importou cerca de US$ 155,6 milhões em carne bovina em 2024, volume equivalente a 8,6% do consumo nacional.

“A abertura cria novas oportunidades para o Brasil em um mercado regional estratégico, com potencial de expansão especialmente para cortes congelados — categoria que representa mais de 70% das importações guatemaltecas”, destacaram os ministérios.

Com 18 milhões de habitantes, o país centro-americano vem ampliando suas compras de alimentos do Brasil.
Entre janeiro e outubro de 2025, as exportações brasileiras do agro à Guatemala somaram US$ 192 milhões, lideradas por cereais e proteínas animais.
Fonte: Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) / Ministério das Relações Exteriores (MRE) / Agro Estadão

O principal ponto de atenção do mercado pecuário para 2026 é a China, destino de cerca de metade das exportações brasile...
02/01/2026

O principal ponto de atenção do mercado pecuário para 2026 é a China, destino de cerca de metade das exportações brasileiras de carne bovina em 2025. O país deve decidir até o fim de janeiro sobre a aplicação ou não de salvaguardas à importação da proteína, o que pode impactar os preços internos no Brasil caso haja redução da demanda.

Segundo Roberto Perosa, presidente da Abiec, a adoção de cotas reduziria os embarques ao mercado chinês, diminuindo a necessidade de boi e pressionando os preços para baixo. Já a manutenção do ritmo atual de compras pode sustentar uma tendência de alta. Ele observa, no entanto, que o viés chinês é de reduzir volumes para proteger a produção local, seja por meio de cotas ou maior fiscalização nas fronteiras.

Em 2024, o Brasil exportou 1,3 milhão de toneladas de carne bovina para a China. Em 2025, o volume será novamente recorde, com mais de 1,5 milhão de toneladas até novembro e receita superior a US$ 8 bilhões. Empresários do setor avaliam que, caso haja recuo, ele deve levar o volume a patamares próximos aos de 2024, sem cortes mais severos.

O setor também projeta um freio na habilitação de novas plantas frigoríficas para exportação à China, com possíveis autorizações apenas para substituir unidades deslistadas. Ainda assim, Perosa demonstra otimismo, destacando que o Brasil encerra 2025 com todos os mercados abertos e avanços em novas negociações, além da possível renovação das desonerações para o México via programa Pacic.

A Warren Investimentos aponta possíveis medidas regulatórias, como controles alfandegários mais rígidos, cotas, suspensão adicional de plantas e crédito mais restrito para importação. Segundo a economista Andréa Angelo, caso salvaguardas tivessem sido anunciadas em novembro, poderiam ter provocado queda da arroba em dezembro e alta ainda maior da carne no varejo em 2026, estimada em até 13%.

Para Lygia Pimentel, da Agrifatto, mesmo com cotas e tarifas em torno de 10%, a competitividade brasileira na China deve ser mantida, sem grandes alterações no fluxo comercial.

Fonte: Globo Rural

Após resultados históricos em 2025, mesmo com o tarifaço americano entre agosto e novembro, a indústria exportadora de c...
26/12/2025

Após resultados históricos em 2025, mesmo com o tarifaço americano entre agosto e novembro, a indústria exportadora de carne bovina avalia que 2026 deve ser um ano de estabilidade. As exportações devem ficar próximas do recorde de 3,2 milhões de toneladas previsto para este ano, com preços relativamente estáveis ao consumidor brasileiro.
O cenário, porém, é mais complexo. A retomada das compras pelos Estados Unidos, as incertezas no fluxo comercial com a China e possíveis mudanças na oferta de animais para abate já levantam debates sobre o comportamento dos preços da carne em 2026. O possível encarecimento do churrasco ocorre em um ano eleitoral, período em que o consumo tende a crescer com maior circulação de dinheiro, embora o endividamento das famílias possa limitar esse movimento. Além disso, a oferta deve ficar mais apertada no segundo semestre.
Segundo Lygia Pimentel, da consultoria Agrifatto, o ciclo pecuário é independente de políticas e estímulos de consumo, sendo formado com antecedência e com efeitos de longo prazo. Entre 2022 e 2024, a pressão sobre a cotação do boi levou ao aumento do abate de fêmeas, inclusive matrizes. Esse movimento atinge o pico em 2025, com 49,8% dos animais abatidos até junho sendo fêmeas.
A carne brasileira ficou 22% mais barata que a média dos principais concorrentes, como Estados Unidos, Austrália e Argentina, percentual acima da média histórica de 15%.
Agora, o ciclo começa a se inverter, com maior retenção de fêmeas no pasto. A Agrifatto projeta que o Brasil encerre 2025 com 42,07 milhões de cabeças abatidas e produção de 10,8 milhões de toneladas. Para 2026, a estimativa é de queda de 4,7% nos abates e de 5% na produção.
Já os pecuaristas demonstram mais otimismo. Para o presidente da Acrimat, Oswaldo Pereira Júnior, os abates em Mato Grosso podem chegar a 7,2 milhões de cabeças em 2026. Ele acredita que não faltará carne para o mercado interno, que consome cerca de 70% da produção. Com o avanço do ciclo de alta, projeta valorização da arroba de R$ 310 para perto de R$ 400 no segundo semestre de 2026, com aumento de 10% a 15% no varejo, impulsionado pela demanda em ano eleitoral.
Fonte: Globo Rural

O Natal é tempo de fé, bondade, esperança e paz. 🙏🏻📿 Celebramos, nesta data, o motivo pelo qual somos gratos: a dádiva d...
24/12/2025

O Natal é tempo de fé, bondade, esperança e paz. 🙏🏻

📿 Celebramos, nesta data, o motivo pelo qual somos gratos: a dádiva do perdão, da gratidão, da pureza e do amor de Jesus por nós.

Jamais devemos nos esquecer de que, além de toda a festa, dos símbolos e dos presentes relacionados a essa época do ano, o que de fato importa é o nascimento de nosso Salvador.

A Via Carnes deseja a todos um feliz e abençoado Natal! 💛

Pelas projeções da CONAB, em 2025 os brasileiros estão contando um volume recorde na disponibilidade interna de carnes: ...
19/12/2025

Pelas projeções da CONAB, em 2025 os brasileiros estão contando um volume recorde na disponibilidade interna de carnes: pouco mais de 105 kg per capita, volume que supera em 0,13% o recorde anterior, de 2024 (105 kg, exatamente). Tal volume também representa aumento de mais de um terço (27 kg a mais) em relação ao disponível no primeiro dos anos 2000.

Do total estimado para o corrente exercício, 47,5% estão sendo supridos pela carne de frango, 33,3% pela carne bovina e 19,2% pela carne suína. Um quadro diferente do registrado em 2000, quando a liderança (44,7% do total) cabia à carne bovina, restando para as carnes de frango e suína fatia de, respectivamente, 37,4% e 17,8%.
Em outras palavras, neste primeiro quarto de século a participação da carne bovina na disponibilidade per capita total recuou 25,6%, enquanto a da carne de frango aumentou 27% e a da suína 7,7%.

No próximo ano, pelas previsões iniciais da CONAB, o volume per capita disponível das três carnes tende a sofrer ligeiro recuo em relação a 2025 (menos de 1% de queda), sendo estimado em 104,3 kg. A perspectiva de menor disponibilidade tem por base o retrocesso (de 4,3% no ano) na produção de carne bovina.

Mas uma vez que – para as carnes de frango e suína – são previstos aumento de produção (de 2,3% e 4,5%, respectivamente, a disponibilidade per capita (independentemente de aumentos de 0,9% e 8,2% na exportação) tende a aumentar 2,6% e 3%, também respectivamente.
Fonte: SuiSite

Alta da arroba do boi gordo reflete escassez de oferta, consumo aquecido e exportações em ritmo recorde; 7 praças em alt...
17/12/2025

Alta da arroba do boi gordo reflete escassez de oferta, consumo aquecido e exportações em ritmo recorde; 7 praças em alta, com destaque para SP, MG e GO.

O mercado do boi gordo entrou em dezembro com sinais claros de valorização, puxado por uma combinação de oferta reduzida de animais para abate, aumento da demanda interna impulsionada pelas festas de fim de ano e exportações de carne bovina que caminham para bater recorde histórico. Segundo levantamento da Agrifatto, a arroba do boi comum já atinge R$ 320,00 em São Paulo, enquanto o chamado “boi-China” chega a R$ 330,00/@.

A análise da Agrifatto, divulgada nesta terça-feira (2/12), aponta que sete das 17 praças pecuárias monitoradas diariamente apresentaram elevação nos preços: São Paulo, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Nas demais regiões, os valores permaneceram estáveis.

Fatores que impulsionam o mercado do boi gordo De acordo com especialistas, o movimento de alta é sustentado por três pilares: Baixa disponibilidade de animais terminados para o abate; Maior consumo doméstico de carne bovina em dezembro, favorecido pela liberação do 13º salário e salários de novembro; Exportações em ritmo acelerado, com demanda firme da China e dos Estados Unidos, como apontou o analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Mesmo com o avanço dos preços, as escalas de abate dos frigoríficos seguem apertadas, com média de oito dias úteis, segundo a Agrifatto.
Exportações batem recorde e sustentam preços. De acordo com a Datagro, os embarques de carne bovina seguem em ritmo aquecido e podem bater recorde em dezembro. Só nos primeiros 14 dias úteis do mês, as exportações já renderam US$ 1,308 bilhão, com volume de 238,2 mil toneladas e um preço médio de US$ 5.491,20 por tonelada. Esse desempenho representa um salto expressivo em relação ao mesmo período de 2024: +59,7% no valor médio diário exportado +41,7% na quantidade exportada +12,7% no preço médio por tonelada.
Fonte: Compre Rural Notícias

O governo dos Estados Unidos reduziu a tarifa sobre dezenas de itens alimentícios, incluindo carne bovina. A medida reve...
12/12/2025

O governo dos Estados Unidos reduziu a tarifa sobre dezenas de itens alimentícios, incluindo carne bovina. A medida reverte parte das sobretaxas adotadas em 2025 e busca aliviar a pressão nos preços de alimentos no mercado americano. Para o setor em Mato Grosso, o efeito esperado é ganho de competitividade e previsibilidade nas vendas externas.

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) classificou a decisão como positiva para a cadeia da carne. “A pecuária mato-grossense comemora essa reversão de tarifas. Esperamos que esse novo cenário de diálogo contribua para ampliar exportações, consolidar parcerias e fortalecer o agronegócio regional, impulsionando o crescimento econômico para Mato Grosso e para o Brasil”, afirmou o superintendente, Cleiton Gauer. Para a Famato, o fim da sobretaxa pode favorecer contratos mais longos e prazos estáveis.

Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que Mato Grosso segue como maior produtor de carne bovina do país e ampliou presença no comércio exterior. No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o volume exportado pelo estado ficou 35,19% acima de igual período de 2024. Em outubro, Mato Grosso embarcou 107,94 mil toneladas e faturou US$ 462,82 milhões. O Imea destaca ainda a diversificação de destinos e espaço para ganhar participação no ranking nacional.

A oferta também cresceu com mais terminação em cocho. A intenção de confinamento atingiu 926,78 mil cabeças no 2º trimestre, e a projeção mais recente indica 928,7 mil animais confinados em 2025, alta de 4,05% sobre 2024. A melhora da margem, com arroba valorizando acima do milho, sustentou o avanço.

Mesmo com ajuste no rebanho, estimado em pouco mais de 32,1 milhões de cabeças em 2025, Mato Grosso segue como principal polo pecuário do país, segundo o Indea MT. O recuo anual de 2,03% reflete maior descarte de fêmeas nos últimos anos.

Em nota técnica, o Imea afirmou que Mato Grosso está próximo de São Paulo nas exportações e vê amplo espaço para expansão da participação do Estado nas vendas do Brasil. A redução tarifária nos EUA, se sustentada, pode acelerar esse movimento.
Fonte: Famato

O ano de 2025 tem se caracterizado pela menor oscilação nos preços do boi gordo. Cálculos do Cepea mostram que a volatil...
10/12/2025

O ano de 2025 tem se caracterizado pela menor oscilação nos preços do boi gordo. Cálculos do Cepea mostram que a volatilidade dos preços do boi gordo neste ano está em 53,1%, menos da metade da observada em 2024 e 2023, por exemplo. Vale lembrar que o conceito estatístico de volatilidade se refere, neste caso, à variação dos preços em torno de sua média ao longo de janeiro até agora. Em outras palavras, indica a intensidade com que o preço se move para cima ou para baixo.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário sugere um ganho de eficiência na coordenação da cadeia, ainda que não necessariamente com distribuição equilibrada dos resultados entre seus elos.

Preços menos “voláteis” ao longo do ano indicam que o setor produtivo tem conseguido manter a oferta de animais mais constante – possivelmente com carcaças mais pesadas –, o que mantém as escalas continuamente preenchidas, linhas de abate ativas e abastecimentos interno e externo sem sobressalto. Com tal eficiência, pesquisadores do Cepea relatam que o mercado tem encontrado “ponto de equilíbrio”.
Fonte: Cepea

O Ministério do Comércio da República Popular da China anunciou, nesta terça-feira (25), uma nova prorrogação no prazo d...
05/12/2025

O Ministério do Comércio da República Popular da China anunciou, nesta terça-feira (25), uma nova prorrogação no prazo da investigação de salvaguarda sobre as importações de carne bovina. O processo, iniciado em 27 de dezembro de 2024 por meio do Anúncio nº 60/2024, já havia sido estendido em 6 de agosto de 2025 pelo Anúncio nº 38/2025, com encerramento previsto para 26 de novembro deste ano. Agora, diante da complexidade do caso, o governo chinês decidiu ampliar novamente a análise até 26 de janeiro de 2026.

A investigação de salvaguarda tem como objetivo avaliar se o aumento das importações de carne bovina causa ou ameaça causar prejuízo à indústria doméstica chinesa. Dependendo do resultado, o país pode aplicar tarifas adicionais, estabelecer cotas ou impor outras restrições temporárias para proteger seu mercado interno.

A China é o principal destino da carne bovina brasileira, respondendo por uma fatia significativa das exportações do setor. Por isso, qualquer movimento regulatório do país asiático é acompanhado com atenção por pecuaristas, indústrias frigoríficas e analistas de mercado.

Especialistas avaliam que, caso alguma salvaguarda seja implementada, seu efeito imediato pode ser significativo, mas há chances de que medidas sejam temporárias e calibradas de modo a não comprometer o abastecimento chinês, que depende fortemente das importações.

"É a segunda vez que o ministério prorroga a investigação desde que a iniciou em dezembro passado, à medida que a desaceleração da demanda pressiona o maior mercado mundial de importação e consumo de carne bovina. A investigação não tem como alvo nenhum país específico", informou a Safras & Mercado em seu comunicado.

Em agosto, a China prorrogou a revisão por três meses. Quaisquer medidas comerciais para restringir as importações afetariam os principais fornecedores, como Argentina, Austrália e Brasil.

A China importou um recorde de 2,87 milhões de toneladas métricas de carne bovina em 2024. As importações de janeiro-outubro de 2025 aumentaram 3,6% em relação ao ano anterior, para 2,34 milhões de toneladas.

Completadas as três primeiras semanas de novembro – ou 14 dos 19 dias úteis do mês – apenas a carne bovina continua apre...
03/12/2025

Completadas as três primeiras semanas de novembro – ou 14 dos 19 dias úteis do mês – apenas a carne bovina continua apresentando evolução positiva dos três quesitos – volume, preço médio e receita cambial. Com resultados que, sem dúvida, surpreendem.

Um exemplo está no volume embarcado que, pela média diária, aumentou nada menos que 41,72% em relação à média diária de um ano atrás. Com isso, o acumulado no mês, embora parcial, já supera em quase 4,5% o total registrado em novembro de 2024.

Mas não só, pois o preço médio da carne bovina também continua em evolução. Por ora, alcança valor anual perto de 13% superior. Como efeito, a receita – ainda pela média diária – apresenta valorização anual de, quase, 60%. E, assim, o valor acumulado nos primeiros 14 dias úteis do mês – da ordem US$1,308 bilhão – está cerca de 18% acima do valor auferido em novembro/24 – pouco mais de US$1,111 bilhão.

A carne de frango, por seu turno, apresenta expansão (mínima, de 0,63%) somente no volume embarcado. E como seu preço médio registra queda anual próxima de 13%, a receita cambial decorrente permanece 13,24% aquém da obtida há um ano.

Já a carne suína acumula resultados negativos nos três quesitos. Pela média diária, o volume acumulado se encontra mais de 5% abaixo do registrado há um ano, enquanto seu preço médio sofre retração anual de 1,34%. Disso resulta uma receita que, pela média diária, vem sendo 6,5% inferior à de novembro de 2024.
Fonte: PecSite

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