06/09/2025
Quando alguém diz “me curei dessa doença ou a doença me curou ”, na verdade está dizendo que voltou a se reconectar com a sua essência.
A doença é um conflito de separação com aquilo que somos em verdade, essência, propósito e missão de vida.
A vida é uma eterna cura — não existe ponto final. Estamos sempre em movimento, integrando dores, atravessando experiências e aprendendo a nos reconciliar conosco mesmos.
Não é porque sobrevivemos a um conflito que somos melhores do que quem não conseguiu.
Cada pessoa que partiu deixou marcas importantes: foram cruciais para que pesquisas avançassem, novas medicinas fossem descobertas e tratamentos se tornassem possíveis.
Ética no cuidado é reconhecer que não há vencedores nem derrotados, mas diferentes caminhos dentro de uma mesma humanidade.
O câncer me mostrou como retornar à minha essência e espiritualidade, e sigo honrando todos que fizeram parte dessa jornada, inclusive aqueles que não ficaram. A contribuição deles também transformou a minha vida.